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segunda-feira, 1 de julho de 2013

"Calar a boca nunca mais!" (Tom Zé) - Ouça a coletânea #15... Bezerra da Silva, Itamar Assumpção, Rauuuul, Vandré, Buarque e por aí vai...



CALAR A BOCA NUNCA MAIS!

(BRASILIANADA! 15ª EDIÇÃO)

Coletânea de música brasileira:
01) TOM ZÉ, “POVO NOVO"
02) BEZERRA DA SILVA, “PASTOR TRAMBIQUEIRO"
03) CHICO BUARQUE, “APESAR DE VOCÊ"
04) GABRIEL O PENSADOR, “ATÉ QUANDO?"
05) OTTO E LECI BRANDÃO, “VÍTIMAS DA SOCIEDADE"
06) RITA LEE & TUTTI FRUTTI, “COM A BOCA NO MUNDO"
07) FLICTS, “ASSIM CAMINHA O BUSÃO"
08) RAUL SEIXAS, “MOSCA NA SOPA"
09) TOM JOBIM, “O MORRO NÃO TEM VEZ"
10) GERALDO VANDRÉ, “PRA NÃO DIZER Q NÃO FALEI DE FLORES"
11) BELCHIOR, “A PALO SECO"
12) ITAMAR ASSUMPÇÃO, “Nego Dito"

Ouça já!
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Siga viagem...
No nosso Feicibúqui, vários Álbuns Clássicos da Música Brasileira
(Ouça-os na íntegra e di-grátis!)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Brasileirada! (Coletânea de Música Brazuca - 14ª Edição...)

Um rolê sonoro multifacetado pela música brasileira de várias eras: a cyber-fitinha começa com Rita Lee & Tutti Frutti (bandaça pós-Mutantes de Lovely Rita, aquela que dá de 10 na Ritalina!). Depois a K7-do-cacete segue adiante com Apanhador Só (em uma das mais joviais cantigas do disco de estréia dos gaúchos…), pega uma carona num Funk Como Le Gusta, passa por novos talentos da música indie brasileira (Maglore, Far From Alaska...) e vai embora… Suba o volume, aperte play e boa viagem!

01) RITA LEE & TUTTI FRUTTI, “Pirataria”
02) APANHADOR SÓ, “Vila do Meio Dia”
 03) FUNK COMO LE GUSTA, “Motéis”
04) MAGLORE, “Tão Além”
05) FAR FROM ALASKA, “Mama”
06) CASA DAS MÁQUINAS, “Cantem Esse Som Com a Gente”
07) CAMISA DE VÊNUS, “Eu Não Matei Joana D’arc”
08) THEE BUTCHERS ORCHESTRA, “Got Me In a Hook”
09) PROT(O) - “Encarando a Face do Mal”
10) GRAVEOLA & O LIXO POLIFÔNICO, “Babulina’s Trip”
11) WALDI & REDSON, “Trêta Timbrêra”
12) CÉU, “10 Contados”.

sábado, 9 de julho de 2011

<<< Lovely Rita >>>


Ritinha Lee, a mutante tutti-frutti maluca-beleza, revela no vídeo abaixo detalhes de sua relação com Caetano e Gil, rememora a fase de ouro do Tropicalismo, fala sobre os bons tempo de alto consumo de "baurets" (cigarrillos de haxixe) e ácido, cita Tom Zé e Torquato Neto... Eis aí um depoimento sensacional sobre um dos momentos de maior efervescência cultural da história brasileira (e em plena ditadura militar pós AI-5!). Este é um trecho-pérola do DVD Biografitti que resolvi up-ar pro YouTube. Espero que curtam! (Link curto pra quem quiser disseminar: http://bit.ly/qPWjOM.)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

<<< Mais Tom-Zezismo: cantigas de desatino! >>>


Tempin' atrás, rabisquei uns comentários sobre o ilustre Tom Zé, maluco beleza de primeira grandeza, quando de sua mais recente incursão pelas roças asfaltadas de Goiânia, quando ele nos brindou com um showzaço de encher os olhos e alegrar o zouvido lá no câmpus da UFG. Eu tinha compartilhado naquela ocasião um punhado de álbuns do hómi, especialmente os de começo de carreira, e tinha prometido pôr na roda o restante do que possuo da discografia caso a galera pedisse. Voilà pois, atendendo a pedidos e xingos, tudo o que tenho do tropicalista doidão em minha musicoteca pessoal... esbaldem-se!!! >>> TOM ZÉ, Discografia Seleta: Grande Liquidação (1968); Tom Zé (1970); Se o Caso É Chorar (1972); Todos os Olhos (1973); Estudando o Samba (1976); Correio da Estação do Brás (1978); Nave Maria (1984); Parabelo (1997; com José Miguel Wisnick); Com Defeito de Fabricação (1998); Imprensa Cantada (2003).

E aí embaixo, ó só que divertido (dica do Dieguito): Tom Zé fala sobre Rita Lee e suas canções "sexo-pedagógicas"... antológico!


* * * * *


(DIGRESSÃO: Relendo esses dias uns contículos de Guimarães Rosa, pipocou-me na mente a figura de Tom Zé quando li "Sorôco, Sua Mãe, Sua Filha" (lá no Primeiras Histórias); me pareceu que "cantigas de desatino" é um ótimo batizado para a arte tom-zezista... "Num rompido - ele começou a cantar, alteado, forte, mas sozinho para si - e era a cantiga, mesma, de desatino, que as duas tanto tinham cantado. (...) E foi sem combinação, nem ninguém entedia o que se fizesse: todos, de uma vez, de dó do Sôroco, principiaram também a acompanhar aquele canto sem razão... Foi o de não sair mais da memória. Foi um caso sem comparação." Sei lá se foi produto de cuca ajeitada ou desatinada, mas fato que foi dos meus miolos a surgida conexão: Tom Zé, feito um Sorôco do tropicalismo ou um Quixote d'além-mar,  fazendo a cantiga docemente desatinar... pois é confundindo que ele vai nos esclarecer, e é enloucrescendo que há de nos a-libertar!...)