quarta-feira, 21 de novembro de 2007

:: led zeppelin ressuscitado ::


Diz a Whiplash: "O Black Crowes estourou internacionalmente há alguns anos com a faixa Remedy, e de lá para cá vem sempre gravando grandes álbuns de rock’n’roll, com muita influência setentista, como o último de estúdio, o ótimo By Your Side. Uma das primeiras coisas que sempre vinha à mente quando se ouvia um novo lançamento da banda era a influência (não cópia) latente de um dos maiores grupos de todos os tempos, o Led Zeppelin. Não é uma surpresa que Jimmy Page, que dispensa apresentações, tenha grande contato com o Black Crowes, mas sim é uma excelente surpresa que ele saia em turnê com eles e ainda lance esse maravilhoso Live at the Greek, gravado em uma das apresentações desta mesma turnê.

Logicamente o set list é de Led Zeppelin, e aí vem mais uma outra grande surpresa, pois você jura que é o próprio Led reformulado no ano 2000, com as clássicas composições que fizeram o nome da banda nos anos setenta, como Custard Pie, Heartbreaker e Whole Lotta Love... todas aqui em versões no mínimo fiéis às originais, tocadas com um feeling e uma energia contagiantes.
Page está ali, nos solos, nos riffs, nas viagens, parecendo ter seus 25 anos, mostrando entrosamento e disposição para ainda render muitos outros discos no futuro.

Um outro grande destaque do cd é a brilhante performance de Chris Robinson (vocais), que reproduz com muita habilidade todas as linhas vocais de Robert Plant, e com toda a personalidade, sem deixar a peteca cair por um só segundo.Além dos maravilhosos clássicos já citados, este cd duplo ainda traz Your Time is Gonna Come, The Lemon Song e Celebration Day, entre outras. Intercalando com as músicas do grande Zeppelin, algumas outras covers foram incluídas, como a não menos boa Woke up this Morning, do mestre B.B.King.

Se já não bastasse tudo isso para fazer você comprar este lançamento, ele ainda traz uma parte de multimídia, onde, além de fotos dos shows, também clips de partes ao vivo são mostrados, fazendo qualquer ser vivo no mundo ter vontade de participar de uma apresentação dessas. Totalmente indispensável."

CD 1
01. Celebration day 02. Custard pie 03. Sick again 04. What is and what should never be 05. Woke up this morning 06. Shape of things to come 07. Sloppy drunk 08. Ten years gone 09. In my time of dying 10. Your time is gonna come

CD 2
01. The lemon song 02. Nobody's fault but mine 03. Heartbreaker 04. Hey hey what can i do 05. Mellow down easy 06. Oh well 07. Shake your money maker 08. You shook me 09. Out on the tiles 10. Whole lotta love

DOWNLOAD AQUI
(disco duplo em WMA - Badongo)

terça-feira, 20 de novembro de 2007

:: um monte de coelhos saindo de duas cartolas (hoho!) ::


Conta o CliqueMusic: "Considerado o maior sambista da história por diversos músicos, Cartola nasceu no Rio e passou a infância no bairro de Laranjeiras. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a mudar-se para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma pequena favela. Na Mangueira fez logo amizade com Carlos Cachaça e outros bambas, se iniciando no mundo da malandragem e do samba. Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu para se proteger do cimento que caía de cima. Era um chapéu-coco, mas o apelido Cartola pegou assim mesmo. Com seus amigos do morro criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira, a verde-rosa, nome e cores escolhidos por Cartola, que compôs também o primeiro samba, "Chega de Demanda". Seus sambas se popularizaram nos anos 30 em vozes ilustres como Francisco Alves, Mário Reis, Silvio Caldas e Carmen Miranda. Mas no início dos anos 40, Cartola desaparece do cenário. Pouco se sabe sobre essa época além de que brigou com os amigos da Mangueira e que ficou mal depois da morte de Deolinda, a mulher com quem vivia. Especulou-se até que houvesse morrido. Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto, trabalhando como lavador de carros. Porto tratou de promover a volta de Cartola, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. Em 1964 Cartola e a esposa Zica abriram um bar-restaurante-casa de espetáculos na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia shows de samba e boa comida, reunindo no mesmo lugar a juventude bronzeada da Zona Sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego publico e compondo seus sambas. Em 1974 gravou o primeiro de seus quatro discos solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas Não Falam", "O Mundo É um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço" e "Alegria". Ainda nos anos 70 mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte." AQUI


CARTOLA I
[1974]

12 tracks in playlist, average track length: 2:23
Playlist length: 28 minutes 41 seconds

1. (Cartola) - 01 - Disfarça e Chora (2:03)
2. (Cartola) - 02 - Sim (3:38)
3. (Cartola) - 03 - Corra e Olhe o Céu (3:25)
4. (Cartola) - 04 - Acontece (1:18)
5. (Cartola) - 05 - Tive Sim (2:09)
6. (Cartola) - 06 - O Sol Nascerá (1:37)
7. (Cartola) - 07 - Alvorada (2:39)
8. (Cartola) - 08 - Festa da Vinda (2:01)
9. (Cartola) - 09 - Quem Me Vê Sorrindo (2:10)
10. (Cartola) - 10 - Amor Proibido (2:34)
11. (Cartola) - 11 - Ordenes e Farei (2:23)
12. (Cartola) - 12 - Alegria (2:44)


CARTOLA II [1976] 12 tracks in playlist, average track length: 2:57
Playlist length: 35 minutes 33 seconds

1. (Cartola) - 01 - O Mundo é um Moinho (3:58)
2. (Cartola) - 02 - Minha (2:21)
3. (Cartola) - 03 - Sala de Recepção (3:28)
4. (Cartola) - 04 - Não Posso Viver sem Ele (2:44)
5. (Cartola) - 05 - Preciso me Encontrar (3:00)
6. (Cartola) - 06 - Peito Vazio (2:55)
7. (Cartola) - 07 - Aconteceu (2:50)
8. (Cartola) - 08 - As Rosas Não Falam (2:56)
9. (Cartola) - 09 - Sei Chorar (2:30)
10. (Cartola) - 10 - Ensaboa Mulata (3:26)
11. (Cartola) - 11 - Senhora Tentação (3:08)
12. (Cartola) - 12 - Cordas de Aço (2:17)

DOWNLOAD AQUI
(os dois álbuns no mesmo ZIP - em WMA - 29 MB)

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

:: clássico do rock and roll garageiro nacional - estupendamente empolgante ::


THEE BUTCHERS' ORCHESTRA
- "Golden Hits" (2000)

Fábio Sooner, do extinto site Pastilhas Coloridas, escreveu no Scream and Yell: "Tem quem diga que o importante não é a qualidade (leia-se origem) da carne e sim a habilidade do churrasqueiro. Se é assim, nada mais natural que um país como o nosso, que preza tanto os espetinhos, produza uma banda que se aventure, e bem, no campo de muitas bandas gringas – ainda mais se estamos falando de uma que se chama Thee Butchers’ Orchestra (Orquestra dos Açougueiros). Golden Hits by... é o primeiro CD "industrial" do grupo após uma penca de demos em cassete e cd-r, sempre lançados pela própria gravadora, a Ordinary Recordings. São três regravações do trabalho anterior mais 13 faixas inéditas. O que justifica o nome é o cheiro de acerto atrás de acerto no que se propõem: rock n’ roll de garagem, daquele que sempre chama os adjetivos "básico", "contagiante", "enérgetico" – enfim, carne sem gordura.

Seria "apenas" mais um disco bom de ouvir (e como é bom) se não fosse essencial no presente momento. Presente momento: o rock dominado (tá tudo dominado) pela bunda-molice generalizada, seja via sensibilidade de almanaque, autenticidade de botequim ou rebeldia vendável. Ficou muito fácil ser "roqueiro" ou "poético". Basta andar de skate, pôr um piercing, berrar "foda-se o sistema" ou se perguntar "porque sempre chove em mim", e pronto: em dez segundos sua banda tem um rótulo e uma fatia de mercado a ser explorada. É só procurar seu público punk, indie ou "descolado" e partir para o abraço. Todo mundo fica contente em consumir mais do mesmo e um sem-número de gurus do jornalismo têm mais munição para bradar que qualquer banda de boteco americana é melhor do que as daqui – ainda que os próprios EUA e Inglaterra estejam infestados de bandas previsíveis, só que com mais dinheiro e mercado para se produzir melhor.

Pouco importa que o Butchers’ Orchestra não saia muito da praia de Gories, Make Up ou Jon Spencer Blues Explosion – banda com a qual não gostam muito de ser comparados, mas... Pouco importa que cantem em inglês, quase sempre sobre nada. Então, o que sobressai? A eficiência; a potência sonora na mixagem, impecável sob qualquer padrão, gringo inclusive; e o que os diferencia do restolho - a total despretensão em fazer parte de uma cena (enquanto grupinho de gente pensando igual) ou o que o valha. Qualquer um, de qualquer faixa etária ou naturalidade, que goste de riffs e fraseados fortes de guitarra pode se deliciar facilmente com Golden Hits by... Fãs de Led Zeppelin, blues primal, Stooges, hardcore, guitar bands e até mesmo Pearl Jam ou Green Day não terão dificuldade em digerir o som do açougue. Duvida? Faça o teste. Ou vá a um show.

Poucos conseguem ser tão abrangentes, mesmo fincados até o talo em suas influências básicas. Bobagem se preocupar com originalidade ou "brasilidade"; não há nada mais brasileiro do que assumir a farra acima da imagem, da "atitude" genérica, da adequação a tribos estabelecidas ou circuitinhos viciados e auto-celebratórios. Em um ano em que a produção independente cresceu como nunca - com festivais pipocando pelo Brasil afora e um aumento exponencial da fatia do setor na fabricação total de CDs – e com o pop/rock parindo nos porões (vai procurar, mané) cada vez mais bons artistas no dito som “abrasileirado”, é de se comemorar que, além do gorjeio dos sabiás, tenhamos bandas de boteco que cantam como as de lá. Afinal, boteco é coisa nossa." LEIA MAIS! - MYSPACE DA BANDA

WINAMP playlist
16 tracks - average track length: 2:07 - album length: 33 minutes 54 seconds

1. thee butchers - 01 - black ceasar (2:59)
2. thee butchers - 02 - special spy (2:46)
3. thee butchers - 03 - she said (1:46)
4. thee butchers - 04 - hyena (1:15)
5. thee butchers - 05 - what a way to die (2:02)
6. thee butchers - 06 - yeah it's true (2:10)
7. thee butchers - 07 - got me in a hook (2:30)
8. thee butchers - 09 - white skin devil (2:09)
9. thee butchers - 08 - trouble maker (1:50)
10. thee butchers - 10 - nigger rich (cover - the oblivians) (1:23)
11. thee butchers - 11 - action plan (1:30)
12. thee butchers - 12 - back in time (2:26)
13. thee butchers - 13 - unkle black (3:45)
14. thee butchers - 14 - move on (1:42)
15. thee butchers - 15 - feelings on fire (2:41)
16. thee butchers - 16 - psycho minute (1:00).

DOWNLOAD AQUI (Rapidshare - MP3s de 160kps - 38 MB)

:: um clássico do jazz-rock, banda de john mclaughlin ::



MAHAVISHNU ORCHESTRA - "Birds of Fire"(1970)

Diz a AMG All Music Guide para esse disco cotado em 5 estrelas: "Emboldened by the popularity of Inner Mounting Flame among rock audiences, the first Mahavishnu Orchestra set out to further define and refine its blistering jazz-rock direction in its second — and, no thanks to internal feuding, last — studio album. Although it has much of the screaming rock energy and sometimes exaggerated competitive frenzy of its predecessor, Birds of Fire is audibly more varied in texture, even more tightly organized, and thankfully more musical in content. A remarkable example of precisely choreographed, high-speed solo trading — with John McLaughlin, Jerry Goodman, and Jan Hammer all of one mind, supported by Billy Cobham's machine-gun drumming and Rick Laird's dancing bass — can be heard on the aptly named "One Word," and the title track is a defining moment of the group's nearly atonal fury. The band also takes time out for a brief bit of spaced-out electronic burbling and static called "Sapphire Bullets of Pure Love." Yet the most enticing pieces of music on the record are the gorgeous, almost pastoral opening and closing sections to "Open Country Joy," a relaxed, jocular bit of communal jamming that they ought to have pursued further. This album actually became a major crossover hit, rising to number 15 on the pop album charts, and it remains the key item in the first Mahavishnu Orchestra's slim discography."

10 tracks, average track length: 4:01,
album length: 40 minutes 12 seconds

1. Birds Of Fire (5:47)
2. Miles Ahead [Miles Davis] (4:42)
3. Celestial Terrestrial Commuters (2:53)
4. Sapphire Bullets Of Pure Love (0:23)
5. Thousand Island Park (3:22)
6. Hope (1:58)
7. One Word (9:56)
8. Sanctuary (5:05)
9. Open Country Joy (3:56)
10. Resolution (2:10)

DOWNLOAD AQUI (Media Fire - WMA - 18MB)

:: apontando o dedo ::



Coisas bacanas disponibilizadas por outros blogs: o Heavenly Houseboat Blues nos dá de presente 3 discos completos muito legais da Eleni Mandell (click para download!): "Wishbone" (1999), "Thrill" (2000) e "Miracle Of Five" (2007). Já baixamos, já ouvimos e aprovamos!

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

:: outro daqueles q ninguém sabe o qto é fodaço ::


AFGHAN WHIGS - "1965" (1998)
Diz o Matias: "1965 traz o grupo voltando praquele ano tentando descobrir o que o fez deste jeito. Na verdade, é apenas uma desculpa para o grupo mostrar de onde vem sua mistura agressiva de rock e soul, os dois novos gêneros nos anos 60. O rock é o mais direto possível e o soul o mais cru. Nada de psicodelia, discos conceituais, orquestras ou direção artística pra um elepê. O Afghan Whigs está interessado no rock e no soul que faz mexer as cadeiras, ele quer o suingue proposto pelos compassos quatro por quatro dos dois gêneros. É claro que as influências do grupo vão muito além das do começo dos anos 60 - o som do grupo é coeso, preciso e pessoal. Quem conhece, sabe que o grupo é dono de um dos sons mais individuais no rock com guitarras dos anos 90. Além de ter Greg Dulli no microfone - misto de Mick Jagger com Marvin Gaye, o cantor e letrista fala no ouvido sobre suas boas e más intenções, chocando e seduzindo ao mesmo tempo. (...) Dulli está cantando muito e mistura canto com interpretação como poucos cantores da atualidade sabem fazer (sem, para isso, usar máscaras)." LEIA MAIS!

1 - Somethin' Hot (2:57)
2 - Crazy (4:04)
3 - Uptown Again (3:11)
4 - Sweet Son of a Bitch (0:23)
5 - 66 (3:23)
6 - Citi Soleil (5:05)
7 - John the Baptist (5:34)
8 - The Slide Song (3:54)
9 - Neglekted (4:01)
10 - Omerta (5:40)
11 - The Vampire Lanois (3:22)

DOWNLOAD AQUI (MediaFire)

terça-feira, 13 de novembro de 2007

:: o melhor disco grunge q ninguém nunca ouviu falar ::


COME - "Eleven: Eleven" (1991)

Com a palavra, a Rolling Stone gringa: "Thalia Zedek, the singer-song-writer-guitarist whose edge-city emotional intensity is Come's driving force, fronted Live Skull in the late Eighties and before that the innovative Boston underground bands Uzi and Dangerous Birds. Her songs are personal, sometimes despairing, often pissed off, invariably gripping. And she brings off the rare feat of "singing the blues" entirely in her own voice, without noticeably copying the licks or mannerisms of others. There's a bedrock integrity to her work and a kind of nervy, embattled grace that can be like manna from heaven for listeners more interested in connecting with real passion than in current indie rock's fixation with career moves and stylistic surfaces. (...) It achieves escape velocity with a concentrated blast of guitar power, tunecraft and sheer guts. This is a disc you won't soon forget." LEIA MAIS!

01 Submerge (4:24)
02 Dead Molly (4:08)
03 Brand New Vein (6:13)
04 Off to One Side (5:47)
05 Bell (3:25)
06 William (4:34)
07 Sad Eyes (4:03)
08 Power Failure (5:44)
09 Orbit (5:04)
10 Fast Piss Blues (3:57)
11 I Got the Blues (5:04)

DOWNLOAD AQUI (Mediafire - WMAs - 30 MB)

:: hermeto pascoal e cia ::


BRAZILIAN OCTOPUS - "Brazilian Octopus" (1969) [Som Livre Masters]

Conta Carlos Calado: "Imagine reunir numa mesma banda músicos de orientações tão diversas, como o bruxo dos mil instrumentos Hermeto Pascoal, o herói da guitarra pós-tropicalista Lanny Gordin, o bossanovista Cido Bianchi (ex-pianista do Jongo Trio e do Milton Banana Trio), o violonista Olmir Alemão Stocker (autor de O Caderninho, hit da geração jovem guarda) e o jazzista Nilson da Matta (contrabaixista que hoje vive nos EUA). Esse encontro inusitado aconteceu mesmo, mais exatamente em 1968. Marca um capítulo pouco conhecido da história da nossa música instrumental, intitulado Brazilian Octopus, e resultou num álbum homônimo que hoje é disputado por colecionadores. "Sem dúvida, o grupo mais estranho surgido na música brasileira", comenta Marcelo Dolabela, em seu dicionário ABZ do Rock Brasileiro (ed. Estrela do Sul, 1987)". - LEIA MAIS: A Estranha Saga do Brazilian Octopus!

1) Gamboa
2) Rhodosando
3) Canção Latina
4) Pavane
5) As Borboletas
6) Momento B/8
7) Summerhill
8) Gosto De Ser Como Sou
9) Chayê
10) Canção De Fim De Tarde
11) O Pássaro
12) Casa Forte

DOWNLOAD AQUI (Rapidshare - Mp3 de 192 kps)

:: macca e um violão faz miséria ::



PAUL MCCARTNEY - "Unppluged" (The Official Bootleg) [1991]

Com a palavra, Stephen Thomas Erlewine da AMG: "Released after the studied, meticulous Flowers in the Dirt, the live acoustic concert album Unplugged was a breath of fresh air, and it remains one of the most enjoyable records in McCartney's catalog. Running through a selection of oldies — not only his own, but Beatles and rock & roll chestnuts — McCartney is carefree and charming, making songs like "Be-Bop-a-Lula" and "Blue Moon of Kentucky" (which finds Paul melding Bill Monroe with Elvis) sound fresh. But the real revelations of the record are the songs McCartney hauls out from his debut — "That Would Be Something," "Every Night," and "Junk" — which sound lovely and timeless, restoring them to their proper place in his canon. They help make Unplugged into a thoroughly enjoyable minor gem. " LEIA MAIS.

1- Be-Bop-A-Lula (3:37)
2 - I Lost My Little Girl (1:13)
3 - Here, There and Everywhere (2:30)
4 - Blue Moon of Kentucky (3:13)
5 - We Can Work It Out (2:18)
6 - San Franciso Bay Blues (2:48)
7 - I've Just Seen a Face (2:02)
8 - Every Night (3:19)
9 - She's a Woman (3:26)
10 - Hi-Heel Sneakers (3:25)
11 - And I Love Her (3:33)
12 - That Would Be Something (2:38)
13 - Blackbird (1:46)
14 - Ain't No Sunshine (3:28)
15 - Good Rockin' Tonight (3:04)
16 - Singing the Blues (2:48)
17 - Junk (2:08)

DOWNLOAD AQUI (Rapidshare - MP3 de 192kps)

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

:: um subestimado clássico grunge ::


SCREAMING TREES, "Dust" (1996)

Diz a Rolling Stone: "It's taken them more than a decade and seven albums, but Screaming Trees have finally made the record they've always had in them. In the past, saddled with low-budget production and a looser grasp of rock's primal rhythm, the Trees seemed doomed to remain a second-string band. It was singer Mark Lanegan's first solo project, The Winding Sheet (1990), that suggested they were capable of more. Lanegan's voice, a warm, pure baritone, delivered the blues with the skill of an old master, avoiding hysteria for the dignified grace of a man who was down but not out. (...) MTV-era attention spans being what they are, the four-year gap between Screaming Trees releases ensures that Dust has a lot riding on it. In 10 solid psychedelic doses, the album carefully masters the balance between the Trees' punk-garage roots and their more complex lysergic visions. The songwriting formula is a good one: open delicately and work toward a climax. (...) Previously, you needed a good imagination to see where Screaming Trees were attempting to take their music. With Dust, they finally get there. " LEIA MAIS!


1 - Halo of Ashes (4:05)
2 - All I Know (3:55)
3 - Look at Me (4:42)
4 - Dying Days (4:51)
5 - Make My Mind (4:11)
6 - Sworn and Broken (3:34)
7 - Witness (3:39)
8 - Traveler (5:22)
9 - Dime Western (3:39)
10 - Gospel Plow (6:17)

DOWNLOAD AQUI (Rapidshare - 63 MB)